A Hora dos Porquês

A Hora dos Porquês

...quer-se um espaço aberto e esclarecedor, mais de reflexão do que de respostas feitas. Não pretende ser um receituário nem um manual de instruções mas uma viagem a dois(minha e do leitor) pelo mundo da parentalidade e das crianças, mas principalmente um sítio tão cheio de potencialidades, de vida e de questões como os nossos filhos. Aqui, procuraremos, se possível em conjunto, responder aos porquês tanto dos pais como dos filhos, ajudando-os a conhecer-se e a compreender-se mutuamente.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Crescer a brincar (o desenvolvimento a partir dos 6 anos)

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"A criança que não brinca não é uma criança, mas o homem que não brinca perdeu para sempre a criança que vivia em si e que lhe fará mui...
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quarta-feira, 7 de julho de 2010

Crescer a brincar (o desenvolvimento dos 0 aos 6)

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“Para ela (a criança) aprender é uma brincadeira e toda a brincadeira lhe ensina alguma coisa.” (Bacus)   Hoje vamos continuar a explorar j...
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quarta-feira, 23 de junho de 2010

Crescer a brincar, brincar a crescer

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“Somos da nossa infância como somos de um país”                   (Antoine Saint-Exupéry) Com efeito, a nossa infância tal como a cultura, o...
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Alteração no dia da publicação

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A página A Hora dos Porquês começa, desde hoje, a ser publicada, qinzenalmente, às quartas-feiras, no sítio do costume .
domingo, 30 de maio de 2010

Copo meio cheio ou meio vazio?

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Repensando a Saúde Mental Muitas vezes na minha prática clínica dou por mim a pensar no tempo que dedico ao patológico (à parte doente) e n...
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sábado, 29 de maio de 2010

A Parentalidade e o pensar-(se)

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Ao longo da vida assumimos e desempenhamos múltiplos papéis. Somos filhos, irmãos, conjugues, netos e avós, somos estudantes, profissionais ...
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Acerca de mim

A minha foto
Clara Cymbron
Sou Psicóloga Clínica, por formação e por convicção. Acompanho grávidas, bebés, crianças, adolescentes e adultos há mais de 16 anos. Acredito numa relação terapêutica empática, na escuta sensível e na processo de mudança que acontece na relação e pela relação. Cada história importa e merece ser ouvida.
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